Desperdício de insumos, consumo energético sem controle, inconsistência na qualidade e dependência de mão de obra para tarefas que podem ser automatizadas com precisão — esses são os problemas que corroem a rentabilidade de restaurantes, hotéis e redes de food service todos os dias. E todos têm uma causa comum: métodos de cocção desenvolvidos há décadas, aplicados em operações do século XXI.
Fornos combinados, indução de alta performance, gestão remota e sensores de temperatura não são o futuro — são o presente das operações mais eficientes do mundo. O que falta no Brasil é um espaço para aprender, testar e implantar essas tecnologias com suporte técnico real. Esse espaço é o SPSF.



